segunda-feira, setembro 20, 2004

Estrelitas



Ainda há menos de um ano Florentino Perez percorria um intenso circuito de conferências e congressos sobre casos de sucesso. Ele era a cara das vitórias comerciais e desportivas do Real Madrid. Hoje, após a chegada de um senhor chamado David Beckham e a saída de dois outros chamados Fernando Hierro e Vicente del Bosque, o Real é o típico caso de falta de humildade. Queiroz não aguentou, Camacho também não e nem Mourinho aguentaria um balneário com este peso. No futebol, um mais um não é igual a dois, apesar de muitos continuarem a pensar que a gestão de recursos humanos se faz com a lógica matemática e sem a capacidade de congregar esforços. Por muitos Reais Madrid que existam, haverá sempre quem caia neste erro. No futebol e no resto.

1 espinhos:

Blogger Edy Vedder disse...

De facto, não podia concordar mais. Se bem que penso, ainda que esteja implicitamente referido no post, a contratação de "estrelas" não seja prejudicial, desde que se respeitem alguns pressupostos, tais como:

- A criação de um plantel equilibrado em todos os sectores do campo.
- A contratação de jogadores "estrelas" mas em todos os dominios, como profissionalismo por exemplo, e não apenas aptidões técnicas.
- A gestão da equipa de uma forma pensada e deliberada para o seu objectivo, que se for económico: Visitas ao Japão e Estados Unidos. Se for profissional, estágios em locais preferênciais calmos, com condições para trabalhar com concentração.

2:51 da tarde  

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